Após fortes chuvas, prefeitura de Ivinhema pede para que seja decretada calamidade pública

Erosão pluvial deixou cratera de 40 metros que coloca em risco casas e cemitério municipal

| CORREIO DO ESTADO / INARA RAMOS


Projeto de Lei para decretar estado de calamidade em Ivinhema - MS - Reprodução.

A comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, analisa o pedido do prefeito de Ivinhema, Juliano Barros Donato,  para decretar estado de calamidade na cidade após as fortes de chuvas que atingiram a população e deixou rastros de destruição como alagamentos, enxurradas, erosões e famílias desabrigadas. 

O Projeto de Decreto Legislativo n° 9/2022, de autoria da Mesa Diretora da Casa de Leis, trata sobre o assunto e traz em seu texto que o apelo feito pelo Executivo da cidade se baseia na falta de condições estruturais e financeiras do município para conseguir, principalmente, sanar o problema de erosão próxima ao bairro Triguenã, causada pelo grande volume de chuva, na noite do dia 12 para 13 de abril. 

O projeto destaca ainda que o problema causa danos pessoais e materiais há anos e se agravou com as fortes precipitações, que fez com que a sedimentação percorresse 40 metros, se aproximando assim de residências familiares e do cemitério municipal.

Se receber parecer favorável  da Comissão à sua tramitação, a matéria segue para apreciação em plenário, em discussão única.  

Pontes, ruas e estradas danificadas e a restrição da população aos serviços essenciais como saúde e educação também foram apontados como problemas decorrentes das fortes chuvas. 

A Defesa Civil atendeu as famílias que moram perto de onde está a erosão e as orientou para evacuassem o local para evitar maiores danos. 

Como é uma situação recorrente, o requerimento tem o objetivo de pedir ajuda para melhorar o gerenciamento desses casos.

“O reconhecimento do estado de calamidade pública proporciona uma melhor gestão de questões orçamentárias e administrativas no combate a essa questão emergencial, pois parecer técnico daquele município atesta que chuvas intensas nos dias 12 e 13 de abril agravaram a situação de erosão, colocando residências e o cemitério local em risco, e diante deste cenário pessoas foram evacuadas de suas residências e terrenos tiveram que ser interditados', traz a justificativa do projeto. 

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