MPMS fortalece rede de proteção com nova reunião do Projeto Fortalecer para Cuidar em Caarapó

A Promotora de Justiça Fernanda Rottili Dias, idealizadora da iniciativa, reuniu-se com autoridades locais e representantes de entidades parceiras para discutir os encaminhamentos futuros do projeto

| ASSESSORIA


Fotos: Divulgação

Na última sexta-feira (14), o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Caarapó, promoveu uma reunião de trabalho do Projeto Fortalecer para Cuidar. Na ocasião, a Promotora de Justiça Fernanda Rottili Dias, idealizadora da iniciativa, reuniu-se com autoridades locais e representantes de entidades parceiras para discutir os encaminhamentos futuros do projeto.

Durante a reunião, foi abordada a presença e a atuação do Conselho Tutelar de Caarapó na Aldeia Te’yikue, bem como o protocolo a ser seguido pela rede de proteção para o atendimento e acolhimento das mulheres indígenas vítimas de violência doméstica e familiar. Por fim, discutiu-se a oferta de cursos de artesanato voltados às mulheres indígenas, com o objetivo de promover oportunidades de geração de renda e fomentar sua autonomia financeira.

A reunião contou com a participação do titular da 2ª Promotoria de Justiça de Caarapó, Alexandre Estuqui Junior; da Defensoria Pública de Mato Grosso do Sul; da Polícia Civil; do CRAS Indígena; das Escolas Nhadejara e Yvy Poty, da Aldeia Te’yikue; da Coordenação de Educação da Aldeia Te’yikue; da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai); da Polícia Militar; da Coordenação de Políticas Públicas para as Mulheres de Caarapó; da Atenção Básica de Saúde Municipal; da Secretaria Municipal de Educação e de Assistência Social; do Centro de Referência Especializado de Assistência Social; do Hospital Beneficente São Mateus; e do Conselho Tutelar.

Projeto Fortalecer para Cuidar

O Projeto Fortalecer para Cuidar tem como finalidade o enfrentamento e combate à violência doméstica na Aldeia Te’yikue, em Caarapó, que abriga mais de 7 mil pessoas. A iniciativa concentra-se em quatro regiões macro da aldeia — Missão, Nhandejara, Bocajá e Saverá — e busca fortalecer a escuta ativa, a prevenção e a proteção das mulheres indígenas da comunidade.

Maurício Aguiar

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